Avisos Importantes

NESTE DOMINGO 01/02/15 SEGUE O TORNEIO DE VERÃO BAC COLEIRO

Conforme nosso calendário 2015, daremos seguimento neste domingo ao Torneio de Verão BAC Coleiro Fibra, Coleiro Canto Livre e Coleiro Pardo.

Agilizem seu GTA e compareçam. Todos estão convidados.

Brusque Amantes do Coleiro
Leia +27/01/2015

TORNEIOS B.A.C. 2015 (DATAS/EVENTOS)

INFORMAMOS A TODOS ASSOCIADOS E DEMAIS PARTICIPANTES DE TORNEIOS, QUE O B.A.C. JÁ OFICIALIZOU AS DATAS PARA OS MESMOS, SENDO O DE ABERTURA DA TEMPORADA NO DIA 10/01/15 (SÁBADO). VEJAM O QUADRO COMPLETO AQUI:

http://www.amantesdocoleiro.com.br/galeria.php?cod_album=130

TAMBÉM EM NOSSA FAN PAGE:

https://www.facebook.com/...66?notif_t=like

LEMBRAMOS QUE A GTA, A LISTA SISPASS E A CARTEIRA DE SÓCIO ATUALIZADA SE FAZEM NECESSÁRIAS. TODOS JÁ SE SINTAM CONVIDADOS E É MUITO IMPORTANTE RESSALTAR QUE O SUCESSO AO FINAL DE CADA ETAPA DEPENDE DA COLABORAÇÃO, ENTENDIMENTO E EMPENHO DE TODOS. A AMIZADE DEVE SEMPRE PREVALECER........

DESDE JÁ AGRADECEMOS A TODOS.

BRUSQUE AMANTES DO COLEIRO
Leia +17/12/2014

PRÓXIMO TORNEIO DA AMIZADE (2015) - BAC - BRUSQUE SC

SRS. PASSARINHEIROS. ATENTEM PARA ESTA DATA: 15/11/2015

PAVILHÃO DA FENARRECO, PISO TÉRREO, COMO NOS BONS TEMPOS..... (SERÁ NO FERIADO DA PROCLAMAÇÃO DA REPÚBLICA, UM DOMINGO)

VAMOS FAZER UM TORNEIO MAIOR E MELHOR QUE 2014, SUPERANDO A MARCA DE 600 ESTACAS. PROVIDENCIAREMOS MAIS ESTACAS, TANTAS NECESSÁRIAS FOREM.

AGENDEM TODOS ESTE EVENTO E JUNTOS FAREMOS VALER NOSSO HOBBY E PROPAGAREMOS A CULTURA DA PRESERVAÇÃO.

TORNEIO DA AMIZADE - 15/11/2015 - BAC - BRUSQUE AMANTES DO COLEIRO.
Leia +10/05/2014

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Últimas Notícias

Parque das Aves, em Apucarana, tem mais de 200 pássaros furtados

Aves levadas estavam em recuperação para serem reinseridas na natureza.
Muitas delas são de "difícil visualização na vida livre", diz secretário.

O Parque Municipal das Aves, em Apucarana, no norte do Paraná, foi furtado na madrugada desta segunda-feira (26). De acordo com a Secretaria de Meio Ambiente, 214 aves foram levadas do centro de reabilitação da reserva.

Entre os pássaros levados, há trinca-ferros, sabiás, coleirinhas, azulões, pássaros-pretos, papagaios e melros, por exemplo.
Todos são frutos de apreensão e estavam se recuperando para serem reintegrados à natureza, segundo o secretário do Meio Ambiente, Ewerton de Oliveira Pires.
"Quem fez isso planejou bem, conhecia a área. Eles tiveram acesso ao local onde estavam os pássaros sob guarda judicial, vindos de apreensões, cortaram os cadeados das gaiolas e levaram quase todos [ao todo, 250 viviam no local, antes do crime]", explica.
Vários dos pássaros levados são de "rara visualização na vida livre", segundo o secretário, apesar de nenhum deles ser considerado em extinção. Geralmente, os animais levados em crimes como este são maltratados e vendidos por preços significativos no "mercado negro".
"É frustrante, porque temos feito esforço para recuperar esses animais e colocá-los, de novo, na natureza. Estávamos com um trabalho consolidado. Queríamos dar uma segunda chance de sobrevivência a eles, mas não foi possível. É triste, frustante demais", lamenta Pires.
Leia +27/01/2015 - Fonte: g1.globo.com

Mais de 1,5 mil pássaros são encontrados mortos em Bagé

Patrulha ambiental suspeita que os animais tenham sido envenenados.
Algumas aves ficaram penduradas em árvores e em cercas de propriedades.

Mais de 1,5 mil pássaros foram encontrados mortos neste fim de semana em Bagé, na Fronteira Oeste do Rio Grande do Sul. A patrulha ambiental suspeita que os animais tenham sido envenenados. Entre os animais mortos, estavam diversas espécies nativas, como cardeais, anús e pombas.
Alguns pássaros ficaram pendurados em árvores e nas cercas das propriedades. Policiais visitaram o local depois de receber uma denúncia e não descartam a possibilidade que a pulverização de veneno em lavouras de arroz e de soja da região tenham causado as mortes dos pássaros.
Leia +27/01/2015 - Fonte: g1.globo.com

Tráfico de animais silvestres moveu R$ 7 bilhões no Brasil em 10 anos

Quadrilhas desafiam autoridades e alimentam lucrativo mercado criminoso.
Centenas de animais, muitos em risco de extinção, são capturados.

O Bom Dia Brasil mostra esta semana a crueldade e o desrespeito à vida das quadrilhas que fazem o tráfico internacional de animais silvestres. As quadrilhas desafiam as autoridades e alimentam um mercado lucrativo e criminoso.
Centenas de animais, muitos em risco de extinção, são capturados diariamente, e muitos acabam morrendo antes de chegar ao destino final.
Em dez anos, quase seis milhões de pássaros foram comercializados ilegalmente no país, um mercado que movimentou R$ 7 bilhões na última década.
A reportagem é de Carlos de Lannoy, Mahomed Saigg, Junior Alves e Felipe Wainer.
Uma pequena armadilha, uma simples arapuca. “Como esses animais são territoriais, os machos vai atrair o outro. Se ele pousar aqui, desarma a armadilha”, afirma.
O Ibama diz que o tráfico de aves começa com caçadores que capturam e escondem as aves em depósitos improvisados no meio da mata.

Agente: Tem arma em casa?
Homem: Arma? Não.

O fiscal encontra três armas - todas carregadas - e dezenas de curiós, canários, coleiros, trinca-ferros e dois periquitos. As gaiolas estão sujas, os animais, amontoados, falta comida: sinais de maus-tratos.
Deraldo Gomes dos Santos diz que mora no local e nega envolvimento com o tráfico.

Repórter: Passarinho que canta não vale muito dinheiro?
Homem: Um curió custa mais de R$ 2 mil, não é isso. Eu não vendo passarinho, eu tenho passarinho para me divertir dentro de casa. Abre a porta, só o que eu tenho é uma televisão, uma geladeira e pronto, e os passarinhos cantando.

Os fiscais identificam cada uma das aves. É um trabalho minucioso que só termina no início da noite. As gaiolas viram uma imensa fogueira.
Preso em flagrante, Deraldo foi levado para Santanópolis, a 160 quilômetros de Salvador, mas os agentes encontram a delegacia fechada e recebem a informação de que a cidade está sem delegado. “O que acontece é que é que a gente saindo do município não existe garantia que uma delegacia de outro município vá receber. Então ele vai ser liberado e a gente vai encaminhar a denúncia para o Ministério Público”, explica o agente federal do Ibama Roberto Cabral Borges.
A impunidade é a regra. Comerciantes ganham dinheiro oferecendo animais livremente em feiras do interior.

Produtor: Posso dar uma olhadinha?
Vendedor: Pode.
Produtor: Está quanto ele?
Vendedor: R$ 50.

Em um mercado de Feira de Santana, na Bahia, homens, mulheres e até menores vendem passarinhos...

Produtor: Canário está quanto?
Vendedor: R$ 40.
... macacos...
Produtor: Tem quantos aqui?
Vendedora: Três. É porque é pequenininho, é próprio para criar mesmo.
... e papagaios por encomenda.
Produtor: Papagaio eu consigo aqui?
Vendedor: Consegue.
Produtor: Quanto é?
Vendedor: Mas é mais difícil de achar.
Produtor: Mas, quanto o papagaio?
Vendedor: R$ 400, depende do papagaio.

Milhões de aves são capturadas todos os anos no Brasil. A maioria, segundo o Ibama, cai na mão de traficantes que alimentam um mercado estimado em cerca de R$ 7 bilhões. Ver um periquito rei voltar para a natureza é um privilégio. Chega a ser emocionante.
Um estudo do Ibama apontou que a exploração das aves que tem o dom de cantar é uma das principais causas de perda da biodiversidade no país, e os pesquisadores chegaram a uma surpreendente constatação: a criação legalizada vem contribuindo com o tráfico de animais silvestres.
“Fiscalização do Ibama, a gente veio olhar o plantel dele de passarinho. Abre a casa por favor”, afirma um agente.
As irregularidades atingem parte dos 400 mil criadores autorizados no país. Segundo o Ibama, cada um possui em média 20 pássaros, o que dá um total de aproximadamente 8 milhões de aves em cativeiro.
A inspeção em um criadouro de Feira de Santana dá a dimensão do problema: eles checam notas fiscais, medem o tamanho e conferem os números das anilhas de cada passarinho.
O problema é que o Ibama autoriza apenas uma anilha por animal. Para aumentar a quantidade de animais, os criadores falsificam anilhas com a mesma numeração e, para não levantar suspeitas, trocam esses animais entre si. Ou seja, a mesma numeração pode estar espalhada em mais de um criadouro, com diferentes passarinhos, dando uma aparência de legalidade a um animal capturado de maneira criminosa.
“Esses trinca-ferros aqui, você tem as anilhas todas falsificadas. Nenhuma dessas anilhas daqui são anilhas do Ibama. Isso significa que todos esses animais aqui foram capturados na natureza e inserida a anilha neles para acobertar”, explica um agente do Ibama.
Um proprietário tem uma estante carregada de troféus. São títulos conquistados em torneios de canto de pássaros, atividade muito comum no Brasil. Ele admite que participa do comércio de aves entre criadores, o que é ilegal.

Inspetor do Ibama: Esses pássaros você comprou aonde?
Proprietário dos pássaros: A gente vai comprando na mão de criador. Um vai passando para o outro, vai passando para o outro.

O criador de Feira de Santana disse que trouxe aves de Belo Horizonte e Recife.
O Ibama diz que aves muito valorizadas no Brasil acabam sendo vendidas para os Estados Unidos e a Europa. A principal rota de entrada é Portugal. Aranhas, insetos e répteis são enviados até pelos Correios.
A jiboia princesa diamante, uma espécie rara de pele branca e olhos negros avaliada em US$ 1 milhão, foi levada para os Estados Unidos em 2011. O americano que comprou a jiboia informou que ela morreu no cativeiro.
“Ele já foi processado nos Estados Unidos, e atualmente as negociações estão para repatriamento dos filhotes desse animal. Ele informou que o animal morreu. Nós temos dúvidas em reação a isso, porque temos alguns vídeos que tratam esse animal como se ele ainda estivesse vivo”, afirma um agente do Ibama.
No Brasil, as aves apreendidas pelo Ibama, que não têm condições de se readaptar à natureza, são levadas para centros de triagem de animais silvestres. As demais são libertadas e fazem o trabalho de fiscalização valer a pena.
“Cada passarinho que a gente resgata, cada animal que a gente resgata, ver o animal voltando a voar, ver a alegria do animal de recuperar a liberdade. Isso vale a pena”, comemora o agente do Ibama.
Leia +27/01/2015 - Fonte: g1.globo.com

Brasil registra nascimento de filhotes de ararinha-azul depois de 14 anos

Duas aves nasceram em centro de conservação do interior de São Paulo.
Espécie é considerada ameaçada de extinção no país.

O nascimento de dois filhotes de ararinha-azul (Cyanopsitta spixii) no Brasil, espécie ameaçada de extinção, quebrou um jejum de 14 anos sem que fosse registrada no país a reprodução desta ave em cativeiro. De acordo com o Instituto Chico Mendes (ICMBio), ligado ao Ministério do Meio Ambiente, os filhotes nasceram em um criadouro científico do interior de São Paulo no final de outubro, mas a informação só foi divulgada nesta semana pelo órgão.

Os pássaros têm cerca de nove semanas e resultam de um trabalho de pesquisadores para aumentar a população desses animais na natureza. A última reprodução em cativeiro feita no Brasil foi há 14 anos. Na época, nasceu a ararinha batizada de Flor, mãe dos filhotes que acabam de chegar.
Segundo o ICMBio, nas primeiras semanas as novas aves receberam alimentação dos pais, mas agora são atendidas pelos veterinários. Ainda sem sexo definido (o material genético está em análise), as ararinhas terão seus nomes escolhidos por meio de votação pública.
Originária da região de Curaçá, na Bahia, a espécie pertence à família dos psitacídeos, que têm patas com dois dedos virados para frente e dois para trás. Alimenta-se de sementes e frutas. Usa o bico para escalar e subir em galhos.

A caça ilegal e a derrubada de vegetação importante para a espécie ajudaram a aumentar a pressão de traficantes de animais sobre a ave, que foi capturada sistematicamente até sumir da natureza.
De acordo com o governo, existem 92 exemplares em cativeiro, dos quais apenas 11 estão no Brasil. A estimativa é que 6.500 ararinhas vivam na natureza, distribuídas pela Amazônia, Cerrado e Pantanal.

Leia +11/01/2015 - Fonte: g1.globo.com

Força Verde apreende 10 pássaros silvestres em cativeiro no Paraná

Apreensão ocorreu no domingo (4), em Guarapuava, na região central.
Denúncias dizem que pássaros eram caçados e depois comercializados.

Policiais do Batalhão de Polícia Ambiental - Força Verde apreenderam 10 pássaros silvestres mantidos em cativeiro em Guarapuava, na região central do Paraná, na manhã de domingo (4). A equipe chegou ao local depois de receber várias denúncias de que os animais eram caçados na natureza, presos em gaiolas e depois vendidos.

Segundo a Força Verde, entre as espécies, havia azulão, trinca-ferro e canário-da-terra. Todos estavam presos em gaiolas. Em casa, na localidade de Matinhos-Guairacá, o suspeito foi questionado pelos policiais da Força Verde. Durante a abordagem, ele revelou que, recentemente, havia vendido uma espingarda calibre 32 para outro homem. Ao chegar à casa do comprador , a polícia apreendeu a arma e prendeu o rapaz em flagrante.
O suspeito de caçar e vender os pássaros silvestres assinou um Termo Circunstanciado. Ele deve responder na Justiça por vender arma de fogo irregularmente e também por manter animais em cativeiro. A polícia deve continuar investigando o caso.
A Força Verde informou nesta segunda-feira (5) ao G1 que ainda não sabe qual será o destino dos pássaros.
Leia +07/01/2015 - Fonte: g1.globo.com

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