Avisos Importantes

6º TORNEIO DE INVERNO BAC 2015

Conforme nosso calendário 2015, neste domingo, dia 02 de agosto, daremos sequência ao Torneio de Inverno.
Teremos apenas na modalidade Trinca Ferro Fibra.
A partir de setembro estaremos com todas as demais modalidades

Todos estão convidados.

BRUSQUE AMANTES DO COLEIRO

Obs. GTA será obrigatório.
Leia +11/06/2015

TORNEIOS B.A.C. 2015 (DATAS/EVENTOS)

INFORMAMOS A TODOS ASSOCIADOS E DEMAIS PARTICIPANTES DE TORNEIOS, QUE O B.A.C. JÁ OFICIALIZOU AS DATAS PARA OS MESMOS, SENDO QUE APARTIR DE 14 DE JUNHO DAREMOS INÍCIO AO TORNEIO DE INVERNO 2015. VEJAM O QUADRO COMPLETO AQUI:

http://www.amantesdocoleiro.com.br/galeria.php?cod_album=140

TAMBÉM EM NOSSA FAN PAGE:

https://www.facebook.com/...e=1&theater

LEMBRAMOS QUE A GTA, A LISTA SISPASS E A CARTEIRA DE SÓCIO ATUALIZADA SE FAZEM NECESSÁRIAS. TODOS JÁ SE SINTAM CONVIDADOS E É MUITO IMPORTANTE RESSALTAR QUE O SUCESSO AO FINAL DE CADA ETAPA DEPENDE DA COLABORAÇÃO, ENTENDIMENTO E EMPENHO DE TODOS. A AMIZADE DEVE SEMPRE PREVALECER........

DESDE JÁ AGRADECEMOS A TODOS.

BRUSQUE AMANTES DO COLEIRO
Leia +17/12/2014

PRÓXIMO TORNEIO DA AMIZADE (2015) - BAC - BRUSQUE SC

SRS. PASSARINHEIROS. ATENTEM PARA ESTA DATA: 15/11/2015

PAVILHÃO DA FENARRECO, PISO TÉRREO, COMO NOS BONS TEMPOS..... (SERÁ NO FERIADO DA PROCLAMAÇÃO DA REPÚBLICA, UM DOMINGO)

VAMOS FAZER UM TORNEIO MAIOR E MELHOR QUE 2014, SUPERANDO A MARCA DE 600 ESTACAS. PROVIDENCIAREMOS MAIS ESTACAS, TANTAS NECESSÁRIAS FOREM.

AGENDEM TODOS ESTE EVENTO E JUNTOS FAREMOS VALER NOSSO HOBBY E PROPAGAREMOS A CULTURA DA PRESERVAÇÃO.

TORNEIO DA AMIZADE - 15/11/2015 - BAC - BRUSQUE AMANTES DO COLEIRO.
Leia +10/05/2014

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Últimas Notícias

Mais de 100 aves silvestres são apreendidas em casas de Itapema SC

Pássaros estavam em duas residências; polícia também achou espingarda.
Relatório será feito e encaminhado ao Ministério Público do estado.

Mais de 100 aves silvestres foram encontradas e apreendidas em duas casas em Itapema, no Litoral Norte catarinense. Em uma das residências, a polícia achou também uma espingarda. Um relatório será feito e encaminhado ao Ministério Público para responsabilizar envolvidos.
Após receber uma denúncia, a Fundação Ambiental Área Costeira de Itapema foi cumprir, juntamente com a Polícia Militar (PM) e dois oficiais de Justiça, um mandado de busca e apreensão no bairro Tabuleiro na tarde de quinta-feira (17). Primeiramente, a força-tarefa encontrou um grande grupo de pássaros em uma casa.

Porém, ao verificar a residência ao lado, encontraram mais animais. Devido ao flagrante da situação, as aves foram apreendidas. Segundo a PM, algumas foram soltas no habitat natural. As demais, ficaram com os fiscais, que terão o objetivo de dar o destino adequado aos pássaros.
Nenhum proprietário foi encontrado nas duas casas. Por essa razão, será feito um relatório para ser encaminhado ao Ministério Público de Santa Catarina. O objetivo é que haja abertura de processos para responsabilização dos envolvidos no crime.
Leia +18/07/2015 - Fonte: g1.globo.com

BANCADA PET PROTOCOLA DEMANDAS JUNTO AO IBAMA

Deputados federais apresentaram principais reivindicações do setor
O deputado federal Valdir Colatto (PMDB-SC), membro da Bancada Pet na Câmara dos Deputados, juntamente com os deputados Nelson Marquezelli (PTB-SP) e Otávio Leite (PSDB-RJ) estiverem em audiência no dia 2/7 com a nova presidente do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Marilene Ramos para tratar das demandas que envolvem os passarinheiros do país.

O deputado Colatto entregou à presidente Marilene ofícios tratando das alterações propostas pelos criadores à Instrução Normativa (IN) 10 /2011, do Ibama, da publicação da Lista Pet e de aprimoramentos no sistema SisFauna.
A IN 10, que trata da criação amadora e comercial de passeriformes nativos, tem sido tema de diversos debates entre o setor, o Ibama e o Ministério do Meio Ambiente. “Com a IN 10 foram criadas algumas normas desnecessárias e burocráticas, que dificultam sobremaneira a criação legal e o cadastro de novos criadores. A intenção dos passarinheiros é combater o tráfico de animais e para isso precisamos garantir formas de continuar a preservar as espécies”, destacou o parlamentar catarinense que é presidente da Frente Parlamentar da Desburocratização.

A Lista Pet, criada pela Resolução Conama nº 394/2007, que prevê que o Ibama estabeleça quais espécies da fauna nativa brasileira poderão ser reproduzidas em criadouros para serem comercializadas com a finalidade de servirem especificamente como animais de estimação, também foi tema de ofício protocolado. “Debatemos este tema há anos e já enviamos sugestões para inclusão de espécies, no entanto, nenhuma providência foi tomada. A não publicação da lista acabou gerando ainda mais empecilhos para o setor”, explicou Colatto.

Outros dois temas abordados pelo deputado Colatto foram a cobrança da aplicação da Lei Complementar 140/2011 e a estruturação dos Centro de Triagem de Animais Silvestres, os CETAS. “A Lei estabelece as competências dos estados e municípios no que diz respeito ao meio ambiente, mas temos visto muita resistência para que eles assumam essa responsabilidade. Sobre os Cetas, nossa preocupação é saber se esses centros realmente têm estruturas adequadas para receber animais apreendidos, como prevê a Resolução Conama nº457”.

A presidente do Ibama, Marilene Ramos, mostrou-se aberta ao debate e empenhada em desburocratizar o processo que envolve a atuação dos passarinheiros. “O que só gera burocracia, sem trazer resultado, tem que ser eliminado. Se é preciso rever a IN 10, é o que faremos”, garantiu a presidente Marilene.
“Seguiremos atentos e buscando o diálogo com o órgão para viabilizar e desburocratizar as demandas dos passarinheiros que fazem o uso sustentável da nossa biodiversidade”, finalizou Colatto.
Leia +08/07/2015 - Fonte: Fonte: Boletim 06 de julho de 2015

BRUSQUE TEM MAIS DE 400 CRIADORES DE PÁSSAROS SILVESTRES REGISTRADOS

Criação amadora e comercial precisa seguir normas do Ibama

Para criar legalmente uma ave silvestre é preciso que sejam cumpridas algumas regulamentações. A principal delas é o licenciamento, feito por meio do sistema de Gestão de Criadores de Passeriformes Silvestres (Sispass) do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais (Ibama). Na cidade, o Brusque Amantes do Coleiro (BAC) é a associação que orienta e representa os sócios nesse procedimento.

O secretário Ivan Matheus diz que é preciso que cada integrante realize um cadastro com informações pessoais no site do Ibama. Após isso, é feita uma vistoria e homologação pelo órgão responsável por cada estado. Em Santa Catarina, a Fundação do Meio Ambiente (Fatma) é a responsável por acompanhar, autorizar e liberar as etapas de criação de aves. Segundo ele, demora cerca de três a quatro meses para que saia a liberação. “Cada criador faz o seu cadastro e depois nós vamos com uma procuração até a Fatma para agilizar esse processo”, explica.

Criação amadora e comercial

De acordo com o secretário, existem dois tipos de criação: a amadora e a comercial. Na primeira, o criador da ave mantém e reproduz, com a finalidade de ter a espécie como estimação. Na segunda, a finalidade é de comercializar as espécies. Matheus diz que o BAC tem 400 associados devidamente licenciados e que praticamente todos têm a licença para criar aves amadoras. As principais espécies de aves criadas pelos associados são trinca-ferro, coleiro, canário, azulão, bico-de-pimenta e curió.

O secretário explica que geralmente os associados que buscam a regulamentação compram as aves de um criador comercial, que já está legalizado perante os órgãos competentes. “Com a nota fiscal da compra conseguem dar entrada ao procedimento”, diz. No entanto, segundo ele, ainda existem pessoas que caçam pássaros adultos. “Podem até conseguir a licença, mas será complicado obter a anilha e correm o risco também de ter o animal apreendido”, afirma.

A assessoria de imprensa da Fatma aponta que atualmente são registrados aproximadamente 80 novos criadores de aves por mês no Sispass. A autorização para a criação tem validade de um ano, vencendo sempre no dia 31 de julho. Uma nova licença deve ser requerida 30 dias antes da data de vencimento. Segundo a fundação, os pássaros mais licenciados em Santa Catarina são o trinca-ferro, curió e coleiro.
Identificação das aves

Além de estar regulamentado no Sispass, os criadores precisam identificar as aves, por meio das anilhas (anéis). Conforme Matheus, no site do Ibama o criador solicita a quantidade que precisa. O custo do material é de R$ 13,95 e vem depois de 20 dias pelos Correios. “É necessário que a solicitação seja feita para um casal de uma única espécie para caracterizar que terá uma criação”, conta, ressaltando que o diâmetro da anilha só entrará numa ave que tenha menos de cinco dias.

De acordo com a Fatma, como é a identificação pessoal do pássaro, o objeto não pode ser adulterado. Em caso de roubo, fuga ou óbito do pássaro inscrito no Sispass, o criador deverá comunicar o órgão ambiental, via sistema, em sete dias e entregar um boletim de ocorrência no prazo de 30 dias desde a emissão do pedido.

Fiscalização

Em Brusque a Fundação Municipal do Meio Ambiente (Fundema) é responsável por fiscalizar a criação de aves silvestres. Em 2013 foram apreendidas 200 aves que estavam em condições irregulares. Em 2014 o número diminuiu: foram cerca de 120. O fiscal Maicon Eder Lang fala que não é muito constante ter apreensões, e que geralmente quando acontece há uma quantidade de mais de dez aves silvestres.
Como fazer o licenciamento

O licenciamento é feito por meio de um sistema chamado de Gestão de Criadores de Passeriformes Silvestres (Sispass). Para fazer o cadastramento na página do Ibama (www.ibama.gov.br), é preciso preencher os dados pessoais do criador e as informações da espécie para obter a licença. Depois de atestar os requisitos no site, é feita uma vistoria presencial, onde o proprietário do animal leva ao protocolo da Fatma uma cópia dos seus documentos.
Competição de aves

Para a realização de campeonatos de canto com as espécies também é necessário autorização da Fatma. Matheus explica que as associações precisam enviar o calendário anual com a relação das espécies que participarão, data e endereço para a fundação até o dia 30 de outubro do ano anterior ao evento. “Um veterinário precisa fazer uma vistoria para comprovar que o local apresenta condições adequadas. Esse laudo é apresentado ao órgão que analisa a documentação e autoriza”, diz, ressaltando que a Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola (Cidasc) também precisa aprovar o Guia de Transporte do Animal.

O principal campeonato que acontece é o do canto das aves. Modalidades diferentes, ou seja, espécies diferentes, concorrem para ver qual realiza mais cantos num determinado período de tempo. Segundo o secretário, em média as que se destacam fazem 230 cantos em 15 minutos.

Cerca de 30 campeonatos ocorrem por ano em Brusque, promovidos pelo Amantes do Coleiro (BAC). No município também acontece o Sul Brasileiro de Cantos de Aves, que reúne mais de 650 animais para a competição, que geralmente ocorre no pavilhão Maria Celina Vidotto Imhof.

O presidente da entidade, Ademilson Gamba, destaca que o evento é de muita importância para os criadores, pois visa a confraternização deste público. “No Sul Brasileiro trazemos pessoas de vários estados do Brasil que podem conhecer a potencialidade da nossa cidade. É um hobby bom”, atesta.
Leia +29/06/2015 - Fonte: municipiomais.com.br

Projeto Asas faz o resgate, tratamento e soltura de animais vítimas de tráfico


(veja o video da matéria aqui) http://g1.globo.com/econo...;fb_ref=Default

Centros recebem aves, tartarugas, quatis e macaquinhos.
Propriedades de MG reservam áreas para soltura dos animais silvestres.

Casos de apreensões de animais, principalmente aves vítimas de tráfico, são registrados com frequência. São milhares encaminhados para cerca de 45 centros de triagem em todo o país, a maioria gerenciada pelo Ibama. Agora, há fazendas em Minas Gerais que construíram viveiros para receber esses animais até soltá-los de volta na natureza.

Corujinha cheia de óleo, papagaios recém-nascidos e aves com asas cortadas. É assim que muitos animais chegam aos centros de triagem do Ibama. Em duas horas, o centro em Belo Horizonte recebeu duas levas de animais apreendidos.

“A maioria das apreensões é através de denúncia anônima. A pessoa informa que o autor ou autora cria animais em cativeiro sem registro. A gente desloca até a residência, faz a constatação, apreensão, boletim de ocorrência e os encaminha até o centro de triagem”, explica”, Heuler Vinícius Rosa, sargento da PM.

Segundo a lei, quem trafica ou cria animais silvestres sem autorização está sujeito a multas e detenção de seis meses a um ano. Depois de cadastrados, os animais, que chegam ao centro de triagem passam por um checkup. “A gente impede que animais doentes transmitam essa doença para os nossos aqui e que sejam soltos portadores de doenças”, diz Daniel Vilela, veterinário do Ibama.

Não sobrevivem 15% dos animais que vão para o centro. Outros 15% não se recuperam e continuam a viver em cativeiro. Alguns papagaios que foram para o local com poucos dias de vida ainda são alimentados com a seringa várias vezes ao dia. A corujinha recém-chegada recebe tratamento nas mãos da veterinária Érika Procópio, do Instituto Estadual de Florestas.

“Ela estava em um barril com óleo numa indústria. Então, a gente deu uma tranquilizada nela. Aquecemos uma água e estamos lavando com detergente para tentar tirar o máximo possível”, diz a veterinária.

A beleza das penas faz do sofrê, ou corrupião, ser um dos mais visados por criadores. O belo canto é o ‘pecado’ do trinca-ferro.
No centro também tem outros animais como tartarugas, quati e o macaquinho chamado Sauá. Com o aumento no número de apreensões, há a preocupação constante com a superlotação dos centros.

“Recintos superlotados vão aumentar conflitos entre as espécies e a possiblidade de transmissão de doenças. Aí, a gente vai ter dificuldade maior de recuperar e reabilitar esses animais. Então, a medida em que a quantidade de animais apreendidos aumenta, é importante que o número de áreas de soltura também aumente”, alerta Vilela.

No dia da soltura, o veterinário enche o carro com gaiolas que levam várias espécies. Depois de duas horas de viagem, os animais chegam à reserva no município de Lagoa Dourada. Nesse local, é feita a aclimatação.
A reserva faz parte do Projeto Asas, Área de Soltura de Animais Silvestres. Essa é uma área que, com autorização do Ibama, pode receber os animais e soltá-los na natureza. A primeira área de soltura foi criada em 1992, em Minas Gerais. Hoje, existem cem em todo o país.

O dono da reserva é o veterinário maurício resende, professor aposentado da Universidade Federal de Minas Gerais. “Eu estou com 76 anos. Eu mexo sempre com tratamento de pássaros”, diz.

Aves menores ficam no viveiro até 30 dias para que estejam em condições de sair para a natureza. Os tucanos ficam até quatro meses. Como são jovens, o bico ainda precisa crescer mais.

O zootecnista Fábio Osken já implantou oito Asas e explica as exigências. “A propriedade rural deve ter lagos e recursos hídricos para que as aves encontrem a água fundamental para a sobrevivência. Um segundo aspecto é ter uma certa porcentagem significativa de bioma, de recursos vegetais preservados. Outro aspecto importante é realizar o levantamento de fauna. Eles devem destinar as espécies para os locais onde elas ocorrem para não correr o risco de estar introduzindo uma nova espécie, que poderia causar um impacto maior”.

Os ornitólogos, especialistas em aves, Vanessa Gomes e Pedro Henrique Vieira fazem o levantamento da área. “Em pouco tempo de campo a gente encontrou 60 espécies. E está só aumentando”, diz Vanessa.

A área de soltura fica no município de São Gonçalo do Rio Abaixo. Os donos estão implantando bem ao lado dela um futuro condomínio de casas. Para se adequar às exigências, foram plantadas no lugar mudas de árvores frutíferas e construídos um tanque artificial e dois viveiros que estão quase prontos.

“Para evitar a superlotação, a gente faz solturas com quantidade limitada de animais. No máximo, duas solturas por ano. Se a gente observa que os animais continuam concentrados na área de soltura, a gente evita soltar animais da mesma espécie no mesmo local”, diz Vilela.

O agrônomo Elton Aguiar Neves faz parte do Projeto Asas há oito anos na fazenda Engenho D’Água, em Ouro Preto, e desenvolve também um trabalho de educação ambiental com estudantes. “É uma maneira não só de conscientizar, mas de sensibilizar esses jovens da importância de deixar os animais na natureza”, diz.

As aves estão no viveiro há apenas 10 dias, mas a boa adaptação deixa-as prontas para a soltura. Com o alçapão aberto, elas saem sem medo e vão pousando nas árvores vizinhas. A partir de agora, o alçapão ficará aberto dia e noite para o caso de alguma ave querer voltar para o abrigo. Os cochos também ficarão com alimento e o viveiro só poderá receber uma nova leva de aves daqui a uns seis meses.

Depois de tanto trabalho, veterinários, biólogos e benfeitores da natureza se sentem recompensados. Mas devolver os animais silvestres à natureza é a última etapa de um trabalho que nem deveria existir. Se não houvesse criação sem autorização, se não houvesse tráfico, esses animais estariam livres.
Leia +21/06/2015 - Fonte: g1.globo.com

PRF apreende aves em propriedade de secretário do Meio Ambiente

Animais foram encontrados em propriedade do secretário de Souto Soares.
Operação foi coordenada pelo Ministério Público da Bahia (MP-BA).

Quatorze aves foram apreendidas em propriedade particular do secretário do Meio Ambiente do município de Souto Soares, a cerca de 513 quilômetros de Salvador. De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), os animais eram mantidos em gaiolas e foram resgatados durante operação realizada pela 35ª Fiscalização Preventiva Integrada (FPI), em operação de combate ao tráfico de animais e a favor da reabilitação da fauna silvestre.

As buscas foram coordenadas pelo Ministério Público da Bahia (MP-BA), por meio Núcleo de Defesa da Bacia do Rio São Francisco (Nusf), e as apreensões foram na segunda (5). Segundo a PRF, foram apreendidos com o secretário municipal Jorge Luis Gaspar Fernandes seis periquitos da caatinga, dois zabulês, um curió, dois corrupiões, um sabiá poca, um coleirinha e um trinca ferro.

O G1 entrou em contato com o Jorge Luis Gaspar Fernandes, na manhã desta quinta-feira (7), que afirmou não ter nada a declarar e também negou ser secretário do Meio Ambiente. "Eu não sou secretário", disse por telefone. No entanto, a prefeitura confirmou o nome dele como titular da pasta.

Além dos animais apreendidos na propriedade do secretário, a PRF detalha que 212 aves já foram apreendidas durante a operação, que será encerrada no dia 15 de maio. Além de Souto Soares, as apreensões também foram feitas nas cidades de Irecê, Mulungu do Morro, Barra do Mendes, Ibipeba, Ibititá, Canarana, Cafarnaum, João Dourado, Brotas de Macaúbas, Uibaí, Lapão, Gentio do Ouro, Xique-xique, Presidente Dutra, Barro Alto e América Dourada.
Leia +19/05/2015 - Fonte: g1.globo.com

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