Avisos Importantes

NESTE DOMINGO 03/08/14 TEM TORNEIO TRINCA FERRO

Domingo, 03/08/14 teremos o 6º Torneio Oficial BAC Trinca Ferro, em nosso Clube, no bairro Guarani. Todos estão convidados.....

Importante: O GTA e a Lista Sispass atualizada é imprescindível.

NOTA BAC: Conforme Instrução em vigor, pássaros sem o seu respectivo GTA, não serão inscritos no torneio. Para que nosso hobby não seja prejudicado, contamos com a compreensão de todos.......

BRUSQUE AMANTES DO COLEIRO
Leia +22/07/2014

TORNEIOS B.A.C. 2014 (DATAS/EVENTOS)

AGORA É OFICIAL. JÁ TEMOS EM MÃOS AS DATAS DEVIDAMENTE HOMOLOGADAS PARA NOSSOS TORNEIOS 2014.

INFORMAMOS A TODOS ASSOCIADOS E DEMAIS PARTICIPANTES DE TORNEIOS, QUE O B.A.C. JÁ OFICIALIZOU AS DATAS PARA OS MESMOS, SENDO O DE ABERTURA DA TEMPORADA NO DIA 15/06/14. VEJAM O QUADRO COMPLETO AQUI:

http://www.amantesdocoleiro.com.br/galeria.php?cod_album=102

TAMBÉM EM NOSSA FAN PAGE:

https://www.facebook.com/...66?notif_t=like

LEMBRAMOS QUE A GTA, A LISTA SISPASS E A CARTEIRA DE SÓCIO ATUALIZADA SE FAZEM NECESSÁRIAS. TODOS JÁ SE SINTAM CONVIDADOS E É MUITO IMPORTANTE RESSALTAR QUE O SUCESSO AO FINAL DE CADA ETAPA DEPENDE DA COLABORAÇÃO, ENTENDIMENTO E EMPENHO DE TODOS. A AMIZADE DEVE SEMPRE PREVALECER........

DESDE JÁ AGRADECEMOS A TODOS.

BRUSQUE AMANTES DO COLEIRO
Leia +17/05/2014

TORNEIO DA AMIZADE - BAC - BRUSQUE SC

SRS. PASSARINHEIROS. ATENTEM PARA ESTA DATA: 02/11/2014

PAVILHÃO DA FENARRECO, PISO TÉRREO, COMO NOS BONS TEMPOS..... (SERÁ NO DIA DOS FINADOS MESMO)

VAMOS FAZER UM TORNEIO MAIOR E MELHOR QUE 2013, SUPERANDO A MARCA DE 585 ESTACAS DO ANO PASSADO. PROVIDENCIAREMOS MAIS ESTACAS, TANTAS NECESSÁRIAS FOREM.

AGENDEM TODOS ESTE EVENTO E JUNTOS FAREMOS VALER NOSSO HOBBY E PROPAGAREMOS A CULTURA DA PRESERVAÇÃO.

TORNEIO DA AMIZADE - 02/11/14 - BAC - BRUSQUE AMANTES DO COLEIRO.
Leia +10/05/2014

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Últimas Notícias

PET OU SILVESTRE

Há tempos que estamos solicitando a todos que não denominem passeriformes nascidos em ambientes domésticos de “silvestre” – é uma questão de definição. Ora, silvestre é sinônimo de “selvagem” não seria o caso de utilizarmos esse termo quando quisermos se referir aos filhotes criados.
O pior é que tem gente que supõe que estamos dando ênfase a um assunto de somenos importância. Lógico, quem se incomoda com isso? quem são os atingidos? São os criadores, obviamente. Eles é que estão sendo acuados, confundidos com traficantes, favorecidos e muito prejudicados com a confusão formada. Até os juízes quando nos julgam fazem essa confusão, infelizmente.
Ficamos indignados, há pouco tempo, numa extraordinária feira, onde foram vendidos centenas de milhares de pássaros “exóticos”, um alto dirigente, se dirigindo ao público no encerramento do evento, com os seguintes dizeres: “nós estamos trabalhando firmemente para a preservação na medida que não mexemos e não manejamos silvestres”. Supomos que também ele teria essa dúvida. Ou seria uma clara intenção de desmerecer o trabalho legal de criação dos nativos brasileiros, não seria lógico, pois somos farinha do mesmo saco.
Há muitos outros testemunhos e fatos da espécie, isso incomoda e é uma das origens de muitos estorvos e desentendimentos entre os envolvidos. Como sempre dissemos, é preciso ficar claro que os criadores também não precisam mais capturar “silvestres”, o estoque existente no ambiente doméstico é suficiente para promover as ações de reprodução, notadamente dos passeriformes.
Com referência à mídia, então, faz-se uma grande confusão e aí vem a divulgação dúbia e a sociedade tem a horrível impressão deixada, porque, ninguém na realidade, é a favor de se capturar pássaros “silvestres” e vendê-los de uma forma ou de outra. Vejam só: “Nessa localidade há um criador de pássaros silvestres que os vende com permissão e autorização do IBAMA” que péssima impressão causa essa frase dita, com freqüência, em veículos de comunicação. A impressão é que estamos prendendo pássaros e vendendo.
Sobre a questão, fizemos a seguinte sugestão ao IBAMA, a saber: “Necessário haver um conceito claro do que é um “silvestre” (selvagem/da natureza) vivendo livre nos ecossistemas e o animal nativo de origem silvestre nascido em cativeiro ou ambientes domésticos, um Pet . Há sempre um embaraço e grande confusão causados por falta de uma definição apropriada.
Chamaríamos de: “pet” “crioulo”, “nativo”, “semi-doméstico”, o silvestre brasileiro e o tradicional “exótico”, também Pet para indicar o silvestre do exterior, ambos “crioulos” e “exóticos”, nascidos domésticos, frutos do processo de manejo em criadouros, em ambientes controlados, em estabelecimentos comerciais e jardins zoológicos.
Justificativa: Há sempre uma dificuldade de compreensão por parte da sociedade do que é um animal silvestre (selvagem) de vida livre e um animal de origem nativa ou exótica silvestre nascido em cativeiro (ambiente doméstico); não se pode tratá-los de forma indiferenciada porque neste último produto há a intervenção humana no processo de reprodução que exige o cumprimento com a sustentabilidade: trabalho, dedicação e obediência a regras e normas definidas sobre o uso sustentado da biodiversidade, em Lei.
Portanto, além de resultarem de ação perfeitamente legalizada, tem papel importante na proteção à biodiversidade e conservação de espécies ameaçadas pelo tráfico de animais e degradação ambiental. Repetindo, grande parte da opinião pública supõe, quando se fala em criadouro comercial de espécies silvestres, que se trata de permissão do Estado para se capturar animais na natureza (uma grande covardia) e vendê-los, auferindo-se lucros sem a contrapartida dos trabalhos de reprodução e conservação. O pior é que alguns agentes que tem função pública nos perseguem por ideologia preferem que continue essa confusão que muito nos prejudica junto a opinião pública.
Analisem, também o que escreveu o ornitofilista Antônio Guilherme Voss sobre o assunto: SILVESTRE - que se desenvolve sem necessidade de cultura, selvagem, agreste "Dicionário SILVEIRA BUENO DOMÉSTICO – familiar, manso, relativo a casa ou criado em casa (animal) – Dicionários Silveira Bueno e Dermival Ribeiro Rios. Nativo – que é natural, nacional. Quando me referi à Fauna queria direnciar uma da outra, pois o termo Fauna Doméstica não é meu, li num livro jurídico “Comentários sobre a Lei de Crimes Ambientais”, diziam o seguinte “animais nativos nascidos em ambientes domésticos constituiriam a Fauna Doméstica e não a Fauna Silvestre.
A Lei No 5.197 de 02.01.67 é sábia, veja o que diz em seu 1º artigo: “Os animais de quaisquer espécies, em qualquer fase do seu desenvolvimento e que vivem fora do cativeiro, constituindo a fauna silvestre, bem como seus ninhos, abrigos e criadouros naturais são propriedade do Estado, sendo proibida a sua utilização, perseguição, destruição, caça ou apanha”.
Vejam bem "QUE VIVEM NATURALMENTE FORA DO CATIVEIRO CONSTITUINDO A FAUNA SILVESTRE”. Consequentemente a Fauna nascida na natureza ela é selvagem, é agreste, é silvícola, nasceu nas selvas, ela é Silvestre e obviamente não nasceu em ambiente doméstico. Lógico, então, que o legislador não enquadrou a fauna nascida em cativeiro como Silvestre.
Nossa intenção com tudo isso, é clara, é esclarecer a sociedade e com isso trabalhar para incrementar a criação doméstica em todos os sentidos, ainda mais quando se fala em promover a exploração sustentável dos recursos naturais e como seria bom para a manutenção da biodiversidade no Brasil, em especial nas regiões norte, a implantação de criadouros legais com a comunidade se juntando em associações ou cooperativas para produzir animais nativos semi-domésticas ou “pet” para serem perfeitos animais de estimação.
Esclarecido nosso ponto de vista, depois desses argumentos supomos que precisamos, de forma urgente, parar de utilizar o termo “silvestre” e eleger termos que possam contemplar com propriedade o que é selvagem (da natureza) concordamos “Silvestre não é Pet” e o que é produzido com a ação legal dos criadores em ambientes controlados é um animal de estimação é um PET.

Original publicado no Atualidades Ornitológicas 123 de Jan/2004.

Aloísio Pacini Tostes

Bonfim Paulista – Ribeirão Preto SP

www.lagopas.com.br - multiplicar para conservar
Leia +29/07/2014

Sexagem de Aves por meio do DNA

A determinação do gênero de aves através de DNA (sexagem de aves por DNA) é uma ferramenta não cirúrgica utilizada por veterinários, criadores e proprietários de aves para conhecer o sexo de suas aves que não podem ser determinados através da aparência física e outras características.

Sangue x Pena

A sexagem pode ser executada com as amostras de sangue, de pena (de cartucho ou bulbo seco) ou da casca do ovo. O sangue das aves é uma excelente fonte de DNA e por muitos anos foi o único tipo de amostra utilizada para exame.

Entretanto, às vezes coletar uma amostra de sangue é incômoda, e ocasionalmente, mesmo impossível.
Com os avanços recentes na tecnologia do DNA, nós podemos extrair o DNA necessário para determinar o sexo de sua ave a partir de algumas penas retiradas. O sangue e as amostras de pena são igualmente de confiança e fornecem o mesmo nível de exatidão do teste. O DNA é DNA não importa de onde é extraído. O método que você escolher depende unicamente de sua preferência.

O exame pode ser feito em penas ou sangue de acordo com a sua preferência!

Vantagens da Sexagem por meio de DNA

Comparando os exames tradicionais como a endoscopia, a sexagem através de DNA:

Diminui o risco de machucar as aves;

Não há necessidade de transportar o animal (sem stress por transporte);

Pode ser feito em qualquer idade (ideal para sexagem de filhotes);

É confiável devido ao uso de alta tecnologia;

Para cada análise é necessário somente 2 peninhas novas ou 4 penas de bulbo seco, uma gotinha de sangue coletada em nossos kits ou somente pedaços de casca de ovo coletadas após o nascimento.
Leia +17/07/2014 - Fonte: www.criadoresdepassaros.com.br

Pássaros da fauna silvestre são resgatados de cativeiro em Uberlândia

Animais estavam presos em gaiolas e PM recebeu denúncia anônima.
Segundo polícia, dono da casa foi preso e colaborou com os militares.

Nos rincões mais isolados do país ainda é possível alegar desconhecer a lei que proíbe a criação de animais silvestres sem autorização. Apesar de a exigência existir desde 1967, há localidades com gente sem acesso às informações, que reproduzem hábitos antigos.

Mas, na maioria dos casos, as pessoas sabem que manter aves silvestres na gaiola é ilegal. E como a fiscalização e as punições legais são falhas, poucos se preocupam em respeitar a lei.

Há ainda os que sabem da necessidade das autorizações e, quando não conseguem percorrer toda a burocracia, resolvem seguir pela ilegalidade. É o caso do infrator flagrado em Uberlândia (MG).

“A Polícia Militar de Meio Ambiente resgatou 49 aves da fauna silvestre na manhã desta terça-feira (1º), em uma casa no Bairro Pacaembu, em Uberlândia. A polícia informou que chegou ao local por meio de uma denúncia anônima. Além dos pássaros, a polícia apreendeu no local 28 gaiolas, dois viveiros, um alçapão dentre outros materiais. Um homem de 43 anos foi preso.

As aves, que eram mantidas em cativeiro, foram levadas para a Delegacia de Polícia Civil e em seguida vão ser entregues ao Hospital Veterinário da Universidade Federal de Uberlândia (UFU), que tem convênio com o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). Segundo os militares, das aves apreendidas 41 são da espécie canário-da-terra. O registro dos animais não foi apresentado.

Para a polícia, o dono dos pássaros disse que gosta de criar aves e que já faz isso há dez anos. Sobre a legalização, ele argumentou que teve dificuldades para fazer o processo. O preso não tinha antecedentes criminais e, de acordo com a polícia, não reagiu e colaborou com os militares.

Leia +04/07/2014 - Fonte: g1.globo.com

Muda de penas e bico

A muda de penas e de bico é um processo natural da vida dos pássaros que acontece todos os anos, que coincide com o encerramento de alguns torneios e a última fase do ciclo reprodutivo dos alados, esse período compreendido entre janeiro e maio, com maior concentração nos meses de fevereiro e março, este ciclo de troca, tende a ter duração media de 6 a 8 semanas. O período, no entanto, não é uma constante, já que fatores externos, como a umidade do ar, a temperatura e a luminosidade podem influenciá-lo.

Na natureza o período de troca da plumagem se arrasta por cerca de quatro meses. Em viveiros ou gaiolões também é mais demorada. Tudo por conta da necessidade de o pássaro manter uma condição ótima de vôo.

Em ambiente doméstico, ocupando gaiolas típicas, não deve levar mais de 8 semanas na troca da plumagem. Há espécimes que completam a muda em 40 dias, mas estes são a exceção e não a regra.

A época da muda varia um pouco de uma região para outra, sendo influenciada pela temperatura, umidade relativa do ar, etc.
Aspectos psicológicos podem influenciar a entrada do pássaro em muda. Um pássaro em meio às fêmeas ou ouvindo e disputando canto com outros machos poderá retardar sua entrada na muda.

O pássaro necessita tranqüilidade para uma muda natural.
Devemos evitar prolongar o período de reprodução para não comprometer a muda do plantel.
Os filhotes tirados a mais nessa temporada serão cobrados na produção futura.
Fatores de estresse como mudança de ambiente, viagens, variações bruscas de temperatura, mudanças e desequilíbrios na dieta poderão precipitar a entrada do pássaro na muda.

Forçar a muda não é prática recomendável.
É importante notar que a substituição de todas as penas debilita as aves e, normalmente, os machos deixam de cantar, e na maioria das vezes diminuem muito a sua movimentação na gaiola. Na natureza param as disputas territoriais e se juntam aos bandos, machos e fêmeas.

No primeiro ano, as penas das asas e da cauda não são substituídas. A troca de plumagem deve ser gradual, sem apresentar nenhuma parte do corpo completamente desprovida de penas.

As penas devem cair devagar, naturalmente, de forma a que quase não se perceba sua entrada em muda. Se de um dia para outro a gaiola aparecer forrada de penas ou se partes da pele estiverem expostas, há algo errado. Esses fatores devem despertar a atenção dos donos dos pássaros, para que um médico veterinário seja consultado.
No período de muda, como a ave se encontra debilitada, os cuidados com correntes de ar e mudanças bruscas de temperatura precisam ser redobrados: as aves têm necessidade de nutriente extra durante a época da muda de penas. Durante este período, além de uma alimentação equilibrada, recomenda-se o uso de vitaminas, minerais e aminoácidos.
A muda de penas é um evento natural na vida dos pássaros, não pode ser tratada como uma enfermidade. No entanto, os pássaros ficam mais debilitados e suscetíveis às doenças nesse período, inspirando mais atenção, especialmente com variações bruscas de temperatura e com correntes de ar.
Temperaturas mais elevadas favorecem uma muda mais rápida. Muitos criadores encapam a gaiola durante a muda, com a intenção de manter o pássaro mais tranqüilo e protegido de variações bruscas de temperatura. Com a menor circulação de ar pela gaiola encapada, podem surgir problemas sanitários causados pelos vapores emanados dos excrementos do pássaro, notadamente a amônia. Podem ocorrer desde irritações dos olhos e das vias respiratórias até uma intoxicação mais séria. Para contornar o problema, é colocado na bandeja da gaiola com carvão vegetal triturado. O carvão vegetal é conhecido pela sua capacidade de absorção e retenção de substâncias químicas. Tanto é que sua presença é comum em muitos filtros. Isso deu início à lenda de que carvão no fundo da gaiola ajuda na muda. Já vimos vários criadores com gaiolas desencapadas e forradas de carvão, para “desencruar a muda”.
Os banhos são permitidos e recomendados, com a precaução de evitar dias e horas mais frios. Duas gotinhas de vinagre de maçã na água do banho ajudam na prevenção de ácaros e conferem um aspecto de limpeza à plumagem. Banhos de sol são excelentes.

Uma dieta equilibrada é garantia de muda bem feita.
Quando a muda não transcorre como o previsto, devemos buscar as causas do problema.
As causas clínicas mais comuns são parasitas de pele, parasitas internos (vermes, protozoários), infecções bacterianas ou fúngicas na pele ou nos folículos das penas, alergias, distúrbios hormonais, desnutrição, aspergilose (infecção respiratória fúngica), doenças internas (doenças hepáticas) e carências nutricionais.
As causas psicológicas ou comportamentais são o estresse, medo, susto, luz no criatório reduzindo as horas de sono, mudança brusca na rotina do pássaro, presença de outros pássaros cantando no recinto ou mistura de machos e fêmeas, principalmente, em diferentes estágios da muda.
Outra prática tradicional de muitos criadores é colocar o pássaro para exercitar-se em gaiolões no final da muda.
E exercícios são benéficos não apenas para os pássaros. No entanto, colocar um pássaro em um gaiolão e depois de um mês devolve-lo à gaiola convencional é uma prática de pouca valia. Equivale a praticarmos esporte durante um mês por ano.
Os pássaros que são condicionados a permanecer em gaiolões, passando para gaiolas convencionais apenas por ocasião de passeios, treinamentos e torneios, apresentam condição física superior em suas apresentações. É impressionante como se mostram alegres com a aproximação da gaiola. Sabem que vão passear.
Concluída a muda é hora de vermifugar o plantel, cortar as unhas que estiverem fora de medida e iniciar os preparativos para a temporada de reprodução e torneios. (Parecer Tecnico)

Esse artigo é uma sintese de alguns textos colidos na internet, escrito em sua maioria por veterinarios, agora vamos apresentar, o que é feito na prática, e como tratamos de nossos alados, vão perceberem que não há uma receita pronta, pois cada passaro reage de uma forma diferente, e estão em diferentes estagios, e cada criador tem a maneira fazer o seu manejo.
Leia +25/06/2014 - Fonte: www.criadoresdepassaros.com.br

Operação federal inédita combate crimes ambientais no Parque Nacional da Serra do Itajaí

Ministério Público, polícia e ICMBio descobriram casos de tráfico e caça de animais em várias cidades

Pelo menos 10 pessoas foram autuadas de quinta-feira a sábado em uma operação inédita de combate à destruição e ao tráfico do patrimônio ambiental do Parque Nacional da Serra do Itajaí. Mais de 13 mil borboletas mortas foram apreendidas na localidade de Ribeirão Jundiá, em Apiúna, e vários quilos de carne de caça encontrados na localidade da Nova Rússia, em Blumenau. Em Indaial 32 aves foram localizadas em péssimas condições de vida e resgatadas pela Polícia Ambiental Federal.

A Operação Livro Vermelho mobilizou 27 pessoas — entre elas, cinco delegados federais — para descobrir e resolver crimes contra a flora e a fauna silvestres em cinco das nove cidades que compreendem o parque: Blumenau, Gaspar, Indaial, Guabiruba e Apiúna. No total, foram contabilizados 14 autos e mais de R$ 13 milhões em multas.

Participaram da ação profissionais do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), Polícia Militar, Polícia Militar Ambiental, Ministério Público Federal e Polícia Federal, além de especialistas de região e de estados como Distrito Federal, Espírito Santo e Rio Grande do Sul.


Chefe do Parque Nacional da Serra do Itajaí, Viviane Daufemback conta que as 13.327 borboletas encontradas foram capturadas por uma quadrilha voltada a este tipo de serviço e usadas como matéria-prima de quadros artesanais que, mais tarde, eram vendidos pelo "artesão".

— A gente acredita que várias pessoas ajudavam a colher estas borboletas. Não tinha como ele fazer isso sozinho e nunca vimos um número assim. Agora as pessoas que compravam estes quadros também serão investigadas — explica.

Comunidade quer mais proteção às florestas locais

Com 10 anos recém-completados, o Parque Nacional da Serra do Itajaí protege cerca de 57 mil hectares de florestas, a grande maioria em estágio avançado de regeneração, preservando a maior área contínua de Mata Atlântica do Estado. Ascurra, Botuverá, Presidente Nereu e Vidal Ramos também fazem parte do território florestal.

A Operação Livro Vermelho — referência ao caderno da Polícia Militar Ambiental que lista os nomes das espécies ameaçadas de extinção no Brasil — começou depois de denúncias feitas pela comunidade destes municípios, que pede soluções quanto à preservação da biodiversidade local.


Leia +24/06/2014 - Fonte: jornaldesantacatarina.clicrbs.com.br

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