Avisos Importantes

Consulta Pública: Gestão da Fauna Nativa e Exótica no Âmbito do Estado

Minuta de anteprojeto de lei que disciplina as atividades de uso sustentável da fauna nativa e exótica, bem como a proteção, a preservação, a conservação, a criação, a reprodução, a comercialização, a manutenção, o treinamento, a exposição, o transporte, as transferências, a aquisição, a guarda, o depósito, a utilização e a realização de torneios e campeonatos envolvendo animais nativos e exóticos, no âmbito do Estado.

ACESSEM ESTE ENDEREÇO SRS. PASSARINHEIROS:

http://consultapublica.scc.sc.gov.br/consultadetalhes.aspx?1,
Leia +28/03/2014

TORNEIOS B.A.C. 2014

INFORMAMOS A TODOS ASSOCIADOS E DEMAIS PARTICIPANTES DE TORNEIOS, QUE O B.A.C. JÁ AGENDOU AS DATAS PARA OS MESMOS, PORÉM, ESTAMOS NA DEPENDÊNCIA DA LIBERAÇÃO JUNTO AO ÓRGÃO COMPETENTE.

ASSIM QUE HOUVER A HOMOLOGAÇÃO, FAREMOS A COMUNICAÇÃO NESTA PÁGINA E EM NOSSA FAN PAGE: https://www.facebook.com/pages/BAC-Brusque-Amantes-Do-Coleiro/253562168101774

BRUSQUE AMANTES DO COLEIRO
Leia +21/01/2014

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Quando o tráfico de animais alicia jovens

“As aves migratórias como o Bigodinho (Sporophila lineola), Caboclinho Lindo, Papa Capim, Chorona, Coleirinho Mineiro, Gaturão, Acorda Negro, entre outras, que vem se reproduzir no estado da Paraíba no período chuvoso corre risco de extinção. O alerta é do Ambientalista Aramy Fablicio que conhece bem essas aves e as observa desde a década de setenta. Segundo ele, cada ano que passa diminui o número de aves migratórias devido aos predadores humanos que apreendem ou caçam essas aves para comercializar clandestinamente. Os capturadores de aves estão cada vez mais com equipamentos sofisticados, como gaiolas com até 12 alçapões, redes que capturam de beija-flor a gavião, o que importa é a quantidade e a biodiversidade de aves capturadas, pois assim se ganha mais dinheiro. O mais preocupante é que essas capturas ocorrem justamente no período da reprodução.

“O alvo dos predadores é a ave Bigodinho, por ser uma ave de canto alto e belo e de uma plumagem que chama a atenção. O Bigodinho habita campos abertos e se alimenta de sementes de capim. Eles migram dos campos abertos da Venezuela para se alimentar e se reproduzir aqui no estado da Paraíba. Ele demarca seu território onde faz o ninho, por isso se torna presa fácil para os predadores humanos. Quando capturadas são vendidas para compradores das cidades e até são exportadas para outros países. Para conseguir capturar as aves, os traficante além de capturar, aliciam moradores da zona rural em troca de alguns reais. Alguns jovens deixam até de estudar para capturar animais por ver nesse negócio uma forma lucrativa. Na zona rural de Fagundes, os predadores vêm até do vizinho estado de Pernambuco para capturar os animais. Muitos moradores já estão tomando consciência e até já expulsaram os traficantes. O que preocupa é que em outras cidades os moradores não têm essa mesma consciência”, explica o ambientalista Aramy Fablicio.” – texto do artigo “Aves migratórias, perigo de extinção”, publicada em 8 de abril de 2014 pelo site O Concierge

Em muitas regiões do Brasil, a pobreza é uma aliada do tráfico de animais. Moradores acabam seduzidos por uns poucos trocados para capturar e coletar animais silvestres para traficantes profissionais. Essas pessoas têm nessa atividade um complemento de renda sazonal.

Para esses casos, a repressão e a educação ambiental, apesar de necessárias, não seriam suficientes para acabar com a atividade. O poder público teria de investir em projetos de geração de renda ou incentivar a iniciativa privada a atuar nessas regiões (o que resultaria em empregos e salários).

O tráfico de fauna é um problema complexo e seu combate depende de várias frentes: legislação realmente punitiva, repressão, educação ambiental, projetos de geração de renda, e infraestrutura para o pós-apreensão. E tudo isso que profissionais comprometidos.

Difícil e sem apoio.
Leia +14/04/2014 - Fonte: faunanews.blogspot.com.br

Polícia Ambiental apreende 31 aves silvestres em Joinville

Dono da casa onde os pássaros eram mantidos em cativeiro foi multado em R$ 24.500

A Polícia Militar Ambiental apreendeu 31 aves numa casa na rua Willy Tilp, no bairro Nova Brasília, zona Leste de Joinville, no início da tarde de sexta (11). Os animais serão avaliados por um biólogo neste fim de semana e, caso tenham condições, serão devolvidos à natureza. Aqueles que não puderem voltar para o habitat natural serão levados para o Cetas (Centro de Triagem de Animais Silvestres de Santa Catarina), em Florianópolis, na próxima semana. O dono da residência foi multado em R$ 24.500, responderá administrativamente e também poderá responder criminalmente.

Dois pássaros da espécie pixoxó, ameaçada de extinção, foram recuperados pelos policiais. A multa para cada uma dessas aves raras apreendidas foi de R$ 5.000 e, para os outros, de R$ 500 por ave. A lista de apreensões incluiu 14 trinca-ferro, cinco bonito-lindo, quatro tangarás, dois bicos de pimenta, dois coleiros, um chincharra e um papagaio. “Recebemos a denúncia pelo Net Denúncia (Ouvidoria) na semana passada de que ele comercializava passarinhos em cativeiro. O comércio não temos como comprovar, mas ele vai responder a um processo administrativo por manter em cativeiro pássaros da fauna silvestre”, explica o tenente Felipe Dutra.
O dono da casa tem 20 dias para se defender do processo da Polícia Militar Ambiental. “Se ele comprovar que tem registro de todos os pássaros no Ibama, a multa pode ser extinta”, detalha Dutra. Segundo o cabo Adair Batista, a caça também ficou caracterizada porque foram encontrados alçapões na residência onde os pássaros foram recolhidos. A infração será notificada ao Ministério Público de Santa Catarina.
Leia +12/04/2014 - Fonte: ndonline.com.br

Maior associação de criadores de pássaros do Brasil realiza competições de canto no DF

O canto dos pássaros é sinônimo de paz e tranquilidade para a maioria das pessoas. Em Brasília, membros da ACPB (Associação dos Criadores de Pássaros de Brasília) se reúnem três vezes por semana, exclusivamente para ouvir o canto dos pássaros. Além de hobby, a ação movimenta o mercado com competições regionais, interestaduais e até nacionais.

Não muito diferente da natureza, em que machos disputam a posse da fêmea pelo "gogó", a disputa consiste em quem canta por mais tempo. As fêmeas os acompanham em todos os campeonatos e os casais só são separados durante o torneio.

Na hora da competição, cerca de 80 pássaros são colocados em suas gaiolas em círculo e categorizados por espécie. Um chefe de roda anuncia o início do torneio e o cronômetro mede o tempo de cada um.

O vice-presidente da ACPB, Daniel Lemes dos Santos, explica que o treinamento semanal é necessário para desinibir o pássaro.

— Se você só deixá-lo em casa, ele não se desenvolve. Para ele se acostumar a cantar, não só para defender a posse da fêmea, ele precisa interagir com os outros pássaros e não se assustar na hora da competição.

O pássaro que canta por mais tempo ganha troféus e títulos, e com isso pode valer mais. O aposentado Ribamar Silva, 75 anos, é o mais antigo associado e cultiva o amor pelas aves desde "menino". Hoje, ele tem três casais de Curió, mas não esconde a preferência pelo Curisco, avaliado por R$ 100 mil pelo próprio presidente da associação, Roberto Guimarães. Para Ribamar, não há preço que pague.

— Os pássaros são a minha vida. Não sou de vender, sou de comprar. Se eu não tivesse meus passarinhos, já teria morrido.

Funcionário do Congresso Nacional por décadas, Ribamar conta que veio transferido do Rio de Janeiro para Brasília em 1960 e passou a fazer parte da associação, que nasceu junto com a construção da capital federal. Segundo o presidente da ACPB, Roberto Guimarães, o custo mensal para manter um pássaro é de R$ 250 a R$ 300, mas a maiora dos associados possuem dezenas deles.

Ribamar conta que é comum as reclamações da família em gastar dinheiro e dar atenção demasiada aos pássaros, mas ele não se importa.

— Minha mulher fala que gostaria que eu a tratasse tão bem como trato os meus passarinhos.

O presidente da ACPB, Roberto Guimarães, explica que a associação conta com cerca de 1.500 associados. O público é heterogêneo, mas os idosos são os mais ativos por terem mais tempo para se dedicar.

Meio ambiente

Os pássaros que participam dos campeonatos são todos nascidos em cativeiro e registrados pelo IBAMA. Ao nascer, recebem um anel inviolável de identificação, uma espécie de "documento".

Roberto Guimarães conta que, embora a criação de pássaros em cativeiro e as competições sejam legalizadas pelos órgãos ambientais competentes, é comum as pessoas confundirem os criadores com traficantes.

— Nosso passarinho foi selecionado geneticamente e aprimorado a partir de cruzamentos corretos, não temos nenhum interesse em tirar os pássaros do mato.

Guimarães também é aposentado e dedica a vida para cuidar dos pássaros e da associação. Sua atividade preferida é ouvir o canto das aves. Ele tem um sonho: que os criadores de pássaros sejam melhores vistos pela sociedade.
Leia +03/04/2014 - Fonte: www.centraldosresultados.com.br

Por que existem diferenças no tamanho das gaiolas entre cada País?

Português:

Por causa das tradições e da cultura de cada pais, estado, cidade, ou localidade. O que observo, nos países das Américas que tenho conhecimento de criadores é que, Brasil, Mexico, Estados Unidos usam gaiolas maiores em casa e em seus torneios. Ja Perú, Colômbia, Bolívia, Venezuela, Argentina e Uruguai, usam gaiolas bem pequenas. O argumento principal é que com menos espaço os pássaros se desgastam menos, se distraem menos e cantam mais. Em tese, esse argumento é verídico. Porem, no Brasil, resolvemos essa questão com a TÉCNICA DE EMPOLEIRAMENTO, onde distribuímos ate 8 poleiros em cada gaiola, em posições conforme a movimentação de cada pássaro. Um outro problema de gaiolas pequenas é que em médio prazo vai gerar atrofia nos músculos, articulações e membros dos pássaros por falta de exercícios aeróbicos. Aqui no Brasil, os pássaros competidores e reprodutores ficam em casa exercitando todo o tempo em voadores de 1 metro ate 3 metros. E só vão para as gaiolas N 5 com 8 poleiros no dia ou véspera da roda.
Mas, temos que respeitar e entender as tradições de cada Pais, mesmo que algumas delas nao façam parte de nossa realidade histórica, geográfica e cultural.
Grande Abraço!
Serafim- Salvador-Bahia-Brasil

Espanhol:
Debido a las tradiciones y la cultura de cada país, estado, ciudad o localidad. Lo que yo observo, en los países de las Américas, que yo sepa es que los creadores, Brasil, México, los Estados Unidos utilizan jaulas más grandes en el país y en sus torneos. Ja Perú, Colombia, Bolivia, Venezuela, Argentina y Uruguay, y el uso de jaulas pequeñas. El argumento principal es que menos espacio con las aves desgaste menos si destraem menos y cantar más. Sin embargo, en Brasil, hemos resuelto este problema con la percha TÉCNICA, que distribuyen a 8 perchas en cada jaula en posiciones de acuerdo con el movimiento de cada ave. Otro problema es que las pequeñas jaulas en el mediano plazo va a generar la atrofia en los músculos, las articulaciones y las extremidades de las aves por falta de ejercicios aeróbicos. Aquí en Brasil, las aves y los reprodutres competidores están ejerciendo en casa todo el tiempo en el vuelo de 1 metro hasta 3 metros. Y sólo ir a las jaulas con 5 N 8 perchas o en la víspera de la rueda.
Pero tenemos que respetar y entender las tradiciones de cada país, aunque algunos de ellos no forman parte de nuestra realidad histórica, geográfica y cultural.
Abrazo grande!
Seraphim-Salvador-Bahia-Brasil
Leia +01/04/2014 - Fonte: Criatório Salvador - Serafim- Salvador-Bahia-Brasil

ALERTA SOBRE A EXTINÇÃO DO AZULÃO DO NORDESTE

Azulão do Nordeste é uma ave muito cobiçada pela sua beleza exuberante, cantar bonito, alto e mais rápido que os demais, além de possuir uma cor chamativa. Por essas características, o Azulão do Nordeste torna-se objeto de desejo dos predadores humanos.

O Azulão do Nordeste macho tem uma plumagem azul muito forte, com aparência de cinza em algumas partes. As manchas da cabeça e da asa são um azul céu brilhante, e o bico parece ser maior e mais cônico que nos outros tipos. A fêmea do Azulão do Nordeste é um pouco avermelhada puxando mais para a cor canela. Quando jovem, o Azulão do Nordeste também é avermelhado como a fêmea, mas ao passar para a fase adulta, ele troca a plumagem pelo azul que começa aos poucos a surgir algumas penas azuis no meio da plumagem vermelha até ficar completamente azul. Quando jovem o Azulão do Nordeste já canta, mas é na fase adulta que seu canto se torna alto e melodioso atraindo os predadores humanos.

Hábitos

O Azulão do Nordeste é encontrado em algumas partes da região árida do nordeste. Seu habitat são os arbustos. Esta ave é territorialista. Não é possível vê-la em bando. Se existe um casal em certa localização, só será possível encontrar outro casal em uma certa distância. Os filhotes de azulão ficam com seus pais até um certo tempo, depois já partem para uma vida “independente”, pois o instinto territorialista do azulão não o deixará ficar por perto após estar na fase adulta. Assim, o filhote terá que achar seu próprio território e sua parceira para acasalamento. Se um macho invade o território de outro, com certeza haverá um conflito, e será bem violento. Por isso existe certo respeito entre as aves e seus territórios, mas sempre há aquele mais valente que, por território ou por uma fêmea, entrará em conflito e conquistará o desejado”.

Reprodução
O azulão se reproduz aqui no nordeste no período das chuvas, constrói seu ninho não muito longe do solo e cada ninhada geralmente tem entre 2 e 3 ovos, tendo de 3 a 4 ninhadas por temporada. Os filhotes nascem entre 13 e 15 dias após a fêmea botar os ovos.

A extinção

O Azulão Nordestino já esta praticamente extinto, pois não se encontra mais na natureza. Talvez se encontre uma ou outra em algum lugar do nordeste, mas ela só estará livre até encontrar um predador humano, pois a procura por esta ave rara é muito grande devido ao seu valor comercial e sua beleza. Quase todo brasileiro conhece o Azulão, mas aprisionado em gaiolas, pois na vida selvagem praticamente não existe mais. Nos anos de 1980 ainda era comum se ver alguns azulões, mas cada vez foi ficando mais raro aqui na Paraíba, hoje é praticamente impossível você encontrar um livre na natureza.

Hoje encontramos o Azulão Nordestino aprisionado em gaiolas desde a casa de um simples camponês, nas casas de pessoas em pequenas cidades, médias e grandes metrópoles do Brasil e até do exterior. Quando criança eu conhecia o Azulão Nordestino aprisionado em gaiolas apenas devido ao seu belo canto, mas hoje os criadores o usam também como ave de briga em rinhas onde rolam altas apostas como as de canário da terra e galo de briga.

A captura é a maior causa das extinções, mas o desmatamento desordenado dos arbustos, árvores nativa das regiões áridas também contribui; Com todos esses fatores a ave foi ficando cada vez mais rara. Se houvesse uma conscientização da sociedade em soltar todos os azulões das gaiolas na natureza, seria difícil a reprodução, pois não teríamos as fêmeas livres na natureza e ainda teria outro problema que seria os capturadores de animais. Seria necessário também um grande trabalho de reabilitação dessas aves e soltas em áreas de preservação ambiental como o Projeto Natureza Livre em Fagundes onde todos os proprietários de terra aderiram à causa ambiental.

As leis do país proíbem a caça, a captura de animais silvestres e maus tratos a animais domésticos e domesticados, como a lei de nº 9.605/98 e qualquer outro tipo de crime ambiental. Mas as políticas ambientais são falhas, quase toda casa no Brasil tem um animal aprisionado e não se faz nada. É “normal” vermos aves nas gaiolas em frente às casas, pessoas desfilando com animais silvestres nas ruas, comércio desses animais em feiras livres. Creio que deveria ser tolerância zero, pois quando as pessoas são pegas com drogas ilícitas são punidas, o mesmo deveria acontecer quando pegas com animais selvagens, porém o pior de tudo é a sociedade civil que continua mantendo essas criaturas em cativeiros mesmo sabendo que estão indo contra a lei do homem e a lei de Deus.

O Preço da Extinção
Conversando com algumas pessoas que criam passarinhos clandestinamente, verifiquei que o preço do Azulão Nordestino varia de R$ 300 a R$ 1.500,00. Em Fagundes, por exemplo, um Azulão Nordestino de canto chega a R$ 300. O Azulão Nordestino usado para brigas em rinhas chega a valer até R$ 800,00. Já em cidades maiores como Campina Grande, esses preços dobram. O Azulão de Canto chega a valer até R$ 800,00. O Azulão Nordestino de Briga varia de R$ 1200,00 a R$ 1500,00. Imagine nas cidades grandes como São Paulo, Porto Alegre entre outras, o quanto vale um Azulão Nordestino!

O Azulão de Campo ou de briga é usado pelo criador clandestino para briga em rinhas e até para capturar outro Azulão. Isso se dá por ele ser uma ave territorialista. Um Azulão de Briga, mesmo dentro da gaiola, segura o outro pelo pé até o homem vir e capturar o que antes estava em liberdade. Em alguns casos, o Azulão de Briga chega até a quebrar a perna do outro Azulão por ele ter um bico muito forte.
Leia +25/03/2014 - Fonte: www.conciergejampa.com.br

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